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segunda-feira, 11 de julho de 2016
Pérolas e mais pérolas
A priminha Amanda nasceu dia 29/05 e fomos visitá-la dia 12/06.
Mais um dente caiu dia 24/06.
Fomos à festinha caipira da escola do priminho Thiago dia 25/06.
Ontem estávamos passando em frente a um canteiro de lindas flores. Su deduziu:
- Olha que flores roxas lindas! Devem ser de uma "uveira"!
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sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
Feliz Aniversário!
Os preparativos para o Natal estavam indo razoavemente bem aqui em casa... Lemos livros sobre o Natal, enfeitamos a árvore com anjos, estrelas e versículos. Penduramos o calendário do Advento com um versículo para ser lido a cada dia, do dia 1 ao dia 24. Fomos a um culto de Natal uma semana antes... para ver um teatro com calma e cantar músicas natalinas tradicionais. Parecia tudo bem...
Mas...
Eu estava especialmente exausta neste ano. Muita correria na hora de achar presentes "ideais". Encomendei lembrancinhas personalizadas que só chegaram aos 45 do segundo tempo para embrulhar. Fiquei horas cozinhando e não dormi quase nada... no fim das contas, a luz acabou no salão de festas onde estávamos realizando o almoço de Natal do dia 24. Papi Wind ficou preso no elevador. Tá certo que, depois de um tempo, conseguiu sair, mas já foi um stress a mais... Para completar, a sobremesa que eu havia feito (que deveria ser consumida bem gelada), não foi servida logo que a luz acabou. Resolveram fazer revelação de amigo oculto antes... e com a demora, a sobremesa pareceu-me gelada de menos e doce demais... À tarde, bora para casa fritar rabanadas... Banho... bora pra casa dos meus pais... Na hora da ceia, descobrimos que o recheio do empadão que eu tinha feito... tinha pouco sal. Meu estômago não estava nos seus melhores dias. Meus pés estavam doendo. O sono estava me vencendo... Lá pela 1 da madrugada, não dava mais. Voltamos para casa. Paramos num sinal vermelho, sozinhos, e um mendigo que estava sentado na calçada, muito zangado, começou a gritar e nos xingar. Ufa, o sinal abriu...
Quando estávamos entrando na garagem, Su pergunta pra nós:
- Já passou da meia-noite?
- Sim, faz tempo...
- Então já é Natal?
- Sim...
Então ela disse, baixinho:
- Feliz aniversário, Jesus!!! e engatou a cantar: "Parabéns pra você... nessa data querida... muitas felicidades... muitos anos de vida... É pique, é pique, é pique, é pique, é pique, é hora, é hora, é hora, é hora, é hora, ra-tim-bum, Jesus! Jesus! Jesus!" e comentou: Espero que tenha um bolo de aniversário lá no céu pra Jesus...
De repente percebemos que a única pessoa que estava realmente vivendo o real significado do Natal era ela. Enquanto nós, adultos, só na correria e no stress... ela estava preocupada em parabenizar o Aniversariante. É... e... quem foi mesmo que ensinou isso a ela? Pois é... fomos nós. E ela agora nos re-ensina. Belo tapa na cara com luva de pelica...
Que todos nós possamos enxergar o Natal como uma criança.
Ou, como disse a minha mãe: "O homem escolheu essa data para comemorar. Não sei se o nascimento de Jesus foi num dia 25 nem mesmo se foi em dezembro. Mas eu sei que FOI. Isso é o que importa."
Obrigada por ter vindo, Emanuel...
Feliz aniversário, Jesus!
Mas...
Eu estava especialmente exausta neste ano. Muita correria na hora de achar presentes "ideais". Encomendei lembrancinhas personalizadas que só chegaram aos 45 do segundo tempo para embrulhar. Fiquei horas cozinhando e não dormi quase nada... no fim das contas, a luz acabou no salão de festas onde estávamos realizando o almoço de Natal do dia 24. Papi Wind ficou preso no elevador. Tá certo que, depois de um tempo, conseguiu sair, mas já foi um stress a mais... Para completar, a sobremesa que eu havia feito (que deveria ser consumida bem gelada), não foi servida logo que a luz acabou. Resolveram fazer revelação de amigo oculto antes... e com a demora, a sobremesa pareceu-me gelada de menos e doce demais... À tarde, bora para casa fritar rabanadas... Banho... bora pra casa dos meus pais... Na hora da ceia, descobrimos que o recheio do empadão que eu tinha feito... tinha pouco sal. Meu estômago não estava nos seus melhores dias. Meus pés estavam doendo. O sono estava me vencendo... Lá pela 1 da madrugada, não dava mais. Voltamos para casa. Paramos num sinal vermelho, sozinhos, e um mendigo que estava sentado na calçada, muito zangado, começou a gritar e nos xingar. Ufa, o sinal abriu...
Quando estávamos entrando na garagem, Su pergunta pra nós:
- Já passou da meia-noite?
- Sim, faz tempo...
- Então já é Natal?
- Sim...
Então ela disse, baixinho:
- Feliz aniversário, Jesus!!! e engatou a cantar: "Parabéns pra você... nessa data querida... muitas felicidades... muitos anos de vida... É pique, é pique, é pique, é pique, é pique, é hora, é hora, é hora, é hora, é hora, ra-tim-bum, Jesus! Jesus! Jesus!" e comentou: Espero que tenha um bolo de aniversário lá no céu pra Jesus...
De repente percebemos que a única pessoa que estava realmente vivendo o real significado do Natal era ela. Enquanto nós, adultos, só na correria e no stress... ela estava preocupada em parabenizar o Aniversariante. É... e... quem foi mesmo que ensinou isso a ela? Pois é... fomos nós. E ela agora nos re-ensina. Belo tapa na cara com luva de pelica...
Que todos nós possamos enxergar o Natal como uma criança.
Ou, como disse a minha mãe: "O homem escolheu essa data para comemorar. Não sei se o nascimento de Jesus foi num dia 25 nem mesmo se foi em dezembro. Mas eu sei que FOI. Isso é o que importa."
Obrigada por ter vindo, Emanuel...
Feliz aniversário, Jesus!
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quarta-feira, 22 de julho de 2015
:(
2015 está sendo, até agora, um ano com momentos muito tensos. Um deles acabou de acontecer: Su perdeu o seu vovozinho paterno. Contar a uma criança de 5 anos que um ente querido morreu não é uma tarefa fácil. Explicamos que o vovô estava com o coração muito fraquinho, e o coração parou. Que triste que não vamos mais poder vê-lo, mas que bom que sabemos que ele está com Jesus. Explicamos. Mas ela, apesar de ter ficado triste na hora e depois ter ficado "normal", passado um tempo, questionou:
- Eu só queria saber quando é que o vovô vai voltar...
Explicamos que a morte não é reversível. Que ele não vai voltar.
Que os clientes do vovô (que era sapateiro) tiveram que buscar seus calçados. Os que estavam prontos, os clientes pegaram e pagaram. Os que não estavam prontos, eles pegaram e agora vão precisar procurar outro sapateiro pra consertar os sapatos deles.
- Nós também vamos precisar procurar um novo sapateiro, né?... mas eu queria o velho!
- Todos nós queríamos o velho... Todos nós...
- Sabe? "Toda vez" que eu penso em procurar um novo sapateiro, meu nariz fica ardendo por dentro.
- Isso significa que você está triste...
...
Não é fácil.:(
- Eu só queria saber quando é que o vovô vai voltar...
Explicamos que a morte não é reversível. Que ele não vai voltar.
Que os clientes do vovô (que era sapateiro) tiveram que buscar seus calçados. Os que estavam prontos, os clientes pegaram e pagaram. Os que não estavam prontos, eles pegaram e agora vão precisar procurar outro sapateiro pra consertar os sapatos deles.
- Nós também vamos precisar procurar um novo sapateiro, né?... mas eu queria o velho!
- Todos nós queríamos o velho... Todos nós...
- Sabe? "Toda vez" que eu penso em procurar um novo sapateiro, meu nariz fica ardendo por dentro.
- Isso significa que você está triste...
...
Não é fácil.:(
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Férias em Tocantins
Passamos parte das férias de janeiro em Tocantins, na casa dos parentes de Papi Wind.
O clima estava tão úmido que hidratantes e manteiga de cacau foram dispensados.
Mami Lu e Sussuquinha finalmente conheceram a bisa Helena, uma polonesa sobrevivente da Guerra.
Muita diversão na piscina, tour pela cidade, fauna diferentosa, conversas sobre o passado e dolce far niente.
Foi a viagem mais longa que já fizemos nas nossas 3 vidinhas!
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O clima estava tão úmido que hidratantes e manteiga de cacau foram dispensados.
Mami Lu e Sussuquinha finalmente conheceram a bisa Helena, uma polonesa sobrevivente da Guerra.
Muita diversão na piscina, tour pela cidade, fauna diferentosa, conversas sobre o passado e dolce far niente.
Foi a viagem mais longa que já fizemos nas nossas 3 vidinhas!
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domingo, 13 de julho de 2014
Thiago Nasceu!
Sussuquinha ganhou um priminho esta semana, o Thiago, e ficou toda babona no bebê. Mal pode esperar que ele cresça para poder brincar com ela. Bem-vindo, Thizuco!
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Brasil e Dedos
Estávamos indo para a casa da tia Leila... mas como o trânsito estava muito tumultuado, o percurso demorou um pouco mais do que devia... enquanto isso rolaram altos papos sobre o maná, porque ela estava assistindo a um desenho sobre isso:
- Eu nunca vi maná antes...
- É que agora não existe mais maná. Era uma comida especial pro povo de Israel enquanto ele estava no deserto.
- Eu nunca fui num deserto antes...
- É que aqui no Brasil não tem deserto...
Nesse momento, chegamos à casa da tia Leila. Quando o carro parou, Sussuquinha, achando que demorou muito, pergunta:
- A casa da tia Leila fica no Brasil?
......
Estava a vovó tricotando um cachecol para Sussuquinha. A fim de ver se estava num comprimento legal, Mami Lu enrolou o cachecol no pescocinho da modelo-mirim, analisou e pediu:
- Mãe, está meio curto, acho melhor fazer mais 3 dedos.
Sussuquinha reclama:
- Eu quero meu cachecol sem dedo!
...
Sussuquinha já está lendo palavras de 3 sílabas. E escrevendo palavrinhas simples que pedimos.
- Eu nunca vi maná antes...
- É que agora não existe mais maná. Era uma comida especial pro povo de Israel enquanto ele estava no deserto.
- Eu nunca fui num deserto antes...
- É que aqui no Brasil não tem deserto...
Nesse momento, chegamos à casa da tia Leila. Quando o carro parou, Sussuquinha, achando que demorou muito, pergunta:
- A casa da tia Leila fica no Brasil?
......
Estava a vovó tricotando um cachecol para Sussuquinha. A fim de ver se estava num comprimento legal, Mami Lu enrolou o cachecol no pescocinho da modelo-mirim, analisou e pediu:
- Mãe, está meio curto, acho melhor fazer mais 3 dedos.
Sussuquinha reclama:
- Eu quero meu cachecol sem dedo!
...
Sussuquinha já está lendo palavras de 3 sílabas. E escrevendo palavrinhas simples que pedimos.
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sábado, 21 de junho de 2014
Feriado
Passamos o feriado prolongado na casa de praia do Vovô e da Vovó.
Sussuquinha, sendo chamada para colocar o pijama na segunda noite em que estávamos lá, começa a questionar:
- Vovó... eu vou dormir na sua casa de novo?
- Sim, é que é feriado.
- Mas não foi feriado ontem?
- É que esse é um feriado mais longo.
- E no feriado a gente dorme na casa dos outros?
Sussuquinha, sendo chamada para colocar o pijama na segunda noite em que estávamos lá, começa a questionar:
- Vovó... eu vou dormir na sua casa de novo?
- Sim, é que é feriado.
- Mas não foi feriado ontem?
- É que esse é um feriado mais longo.
- E no feriado a gente dorme na casa dos outros?
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Baby na Área
Titia Maria vai ter um bebê que vai nascer bem na época da final da Copa.
Se for menina vai ser Maria Luiza. Se for menino, vai ser Tiago.
E Sussuquinha já diz com convicção que é a "Malia" Luiza que tá na barriga da tia Maria.
Se for menina vai ser Maria Luiza. Se for menino, vai ser Tiago.
E Sussuquinha já diz com convicção que é a "Malia" Luiza que tá na barriga da tia Maria.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Sobre Morte e Cura
Sussuquinha estava lanchando na casa dos avós paternos quando saiu com a pergunta que já havia feito aos avós maternos dias atrás:
- Vovó, cadê a sua mamãe?
- Minha mãe? Bom... ela não está mais aqui... Ela... já morreu.
- Por quê?
- Porque ela estava muito velhinha e ficou muito, muito doente... agora ela está com Jesus.
- Com Jesus?
Pausa... Pensa...
- Mas Jesus cuida das pessoas doentes. Ele coloca a mão nelas... e elas acordam.
- É... um dia ela vai acordar - respondeu o vovô.
E todo mundo com um nó na garganta. Nó de saudade da "vó Chiquinha".
- Vovó, cadê a sua mamãe?
- Minha mãe? Bom... ela não está mais aqui... Ela... já morreu.
- Por quê?
- Porque ela estava muito velhinha e ficou muito, muito doente... agora ela está com Jesus.
- Com Jesus?
Pausa... Pensa...
- Mas Jesus cuida das pessoas doentes. Ele coloca a mão nelas... e elas acordam.
- É... um dia ela vai acordar - respondeu o vovô.
E todo mundo com um nó na garganta. Nó de saudade da "vó Chiquinha".
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terça-feira, 11 de junho de 2013
Casa na Praia
E eis que a vovó e o vovô realizaram o sonho deles (e o nosso também, por que não? rsss) de uma casa na praia. E passamos o feriado, o fim de semana passado, quiçá passaremos o próximo... lá. Nem tanto pela praia em si, mas pela casa vazia que está sendo preenchida aos poucos.
É empolgante viver no clima de acampamento e ainda sentir o ar salgado na boca.
Nasci pra morar no litoral... :)
É empolgante viver no clima de acampamento e ainda sentir o ar salgado na boca.
Nasci pra morar no litoral... :)
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Odisseia 40 graus/ A Daminha Adormecida
Viajamos no último fim de semana para o Rio. Tudo certo, voos de ida e volta comprados, mas na última hora Sussuquinha não pôde embarcar porque não tínhamos levado sua certidão original, e sim uma cópia. Pensa, pensa, pensa... sem ter o luxo de muito tempo para isso, vovô, vovó e Mami Lu embarcam já atrasados enquanto Papi Wind vai para casa com Sussuquinha pegar o documento original e transferir as passagens. Nessa brincadeira foram perdidas quatro horas, oitocentos reais em passagens novas, a câmera fotográfica e o resto da memória que ainda funcionava. Entre achados e perdidos, desdocumentados e legalizados, todos sobrevivemos à odisseia. Mas não necessariamente ao calor, que estava em 40 graus.
Confiar em xerox de documentos, nunca mais!
Uma criança só pode embarcar munida de sua certidão de nascimento o-ri-gi-nal. Lição aprendida... (mas se não me engano, ela viajou da última vez com cópia e nem mencionaram isso).
Sussuquinha chegou à casa da noiva-tia, tomou banho, foi ao salão, fez um penteado, vestiu sua roupa de daminha, mas o pastor atrasou mais de uma hora para a cerimônia. Sussuquinha não aguentou e dormiu. Foi acordada cinco minutos antes da sua entrada triunfal, treinou um pouco, mas 2 minutos depois quis dormir novamente. Chegou a hora e ela não quis saber de entrar, só queria se encostar num canto e dormir. Depois de ir no colo da mamãe entregar as alianças (só pra não perder o amigo), dormiu profundamente até mais de meia-noite. Com festa e barulho rolando.
No dia seguinte Sussuquinha se acabou de brincar na casa da bisa, viu as primas Paula e Renata pela primeira vez, encontramos alguns amigos que não víamos há anos-luz e voltamos para a casa da noiva-tia, que nos levou para passear em um parque noturno, onde todos estavam fugindo do calor andando de patins, skate, bicicleta, fazendo piquenique e assistindo a concertos de natal... tudo isso às 21 horas.
Depois, tomar banho pela décima vez, dormir e zarpar de volta para casa.
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sábado, 27 de outubro de 2012
Fofurices
Palavras fofinhas do dia:
- vilão (violão)
- gêmes (gêmeos)
Frase fofinha do dia:
- Meu balão esmagou!
(meu balão murchou)
domingo, 15 de julho de 2012
Priminho à Vista
Este fim de semana, além da festa italiana em comemoração aos 60 anos do vovô Luiz, descobrimos que Sussuquinha vai ganhar um priminho. Tia Mary vai ter um bebê.
Sussuquinha, sendo a caçula, não entende muito do riscado, mas diz com convicção que será um MENINO. Vamos ver... rs
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Formatura da Vovó/ Pérolas

Ontem foi a formatura da vovó Pri. Agora ela conquistou o direito oficial de exercer a profissão que escolheu: gestão em Recursos Humanos. Sussuquinha compareceu, fez 34984275 irreverências na hora de cantar o Hino Nacional, assistiu a videozinhos no celular (sem som) na hora dos discursos e, depois da cerimônia, comeu, tirou fotos e se fartou de brincar com o cachorrinho que ganhou da tia Cilinha.
No dia seguinte, Sussuquinha encarou duas aulas de natação seguidas: uma normal e a outra de reposição. Chegou em casa, viu queijo e mortadela de frango em cima da mesa. Comeu um pouco de queijo e depois pediu a mortadela de frango. Como tinha ervas finas no meio, Papi Wind não queria dar e disse:
- Não, Su, desse aqui você não vai gostar.
- Eu "quéééélo"! Eu "quélo" esse!
Devido à insistência, Papi Wind, não sem certo "contrariamento", deu meio milímetro cúbico de mortadela para ela. Ela comeu e estendeu o bracinho, querendo repetir:
- Papai, eu "quélo" gostar desse!
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Chegando à casa da vovó mais tarde, Sussuquinha encontrou a recém-formanda exibindo um anel novo, o anel de formatura. Então vovó mostrou o anel e perguntou:
- Su! O que é isso aqui na minha mão? É o anel de?... FOR...? MA...?
- DULA! - completou Su.
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Conjugações fofinhas:
-Eu batei no banco.
-Eu escondei.
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terça-feira, 20 de setembro de 2011
Findi Agitado = A Semana Promete...



Neste findi, Sussuquinha reviu a tivó Vera, conheceu o tivô Joel e a prima Su, xará dela. Infelizmente não foi por um motivo feliz: a mãe da tia Verinha havia falecido no dia anterior e eles vieram para o velório e sepultamento.
Quando ela encontrou o trio, ficou meio tímida.
Demorou um pouco pra ela sacar que haviam 2 Su's no mundo, mas parece que depois de alguma insistência, ela captou...
Ontem à tarde, segunda-feira de sol e calor (sim, após um findi siberiano), depois de finalmente termos renovado nossos títulos de eleitor, fomos buscar Sussuquinha na escola.
Chegamos em casa e ela foi para o seu quarto brincar.
Sussuquinha agora está com fixação por limpar a mesa depois que termina de desenhar. Na verdade ela gosta é de riscar a mesa de propósito e depois passar o pano em seguida. Ontem chegou ao ponto de riscar & limpar, riscar & limpar, segurando um giz de cera com uma mão e o pano com a outra... rs
Então mamãe entrou no quarto de repente, viu Sussuquinha no meio da "operação limpeza" e perguntou a ela de onde ela tinha pegado o pano. Ela ficou olhando ao redor, sem saber o que responder.
- Foi daqui que você pegou o pano?
E ela, estática.
- Foi dali?
E ela, muda.
- Onde estava esse pano?
E ela soltou essa, pela primeira vez (mais para escapar das perguntas do que para realmente responder):
- I dont' know!
Parou tudo. Morde, aperta e esmaga...
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domingo, 11 de setembro de 2011
Feriadão 2 - A 1ª Viagem Interestadual/ Conhecendo a Bisa


Dia 08/09 Sussuquinha fez a 1ª viagem interestadual da sua vida. E foi de avião, um "paitrocínio" do Vovô Luiz.
O objetivo era conhecer a Bisa. E lá fomos nós...
Ao fazer check-in no aeroporto, ela descobriu como podia ser divertido andar pelos cones das filas de check-in. As filas são delimitadas por cones e faixas. E as faixas seguem uma medida padrão para todas as companhias aéreas. O interessante é que a altura das faixas era exatamente a altura de Sussuquinha. Então ela se divertia correndo e passando pelas faixas, tirando uma "fininha" delas.
Durante o voo, ela se comportou muito bem para uma criança de 2 anos. Demos balinhas de gelatina para aliviar a pressão no ouvido; ela comeu, mas nem ligou para a pressão. Aprendeu em segundos a desafivelar o cinto de segurança e o prende-e-solta virou a brincadeira do momento. Como, na hora da decolagem, é obrigatório ficar com o cinto preso, tivemos que distraí-la com caneta e papel, o que funcionou muito bem... por 5 minutos. Depois disso, só os videozinhos gravados no celular deram jeito. Então ela descobriu a luz de leitura dos assentos e quis ficar o tempo todo brincando de apertar e desapertar os botões de luz. Ficamos perto da asa e é incrível observar toda a "coreografia" da asa durante o voo. Um treco tão grande e pesado, cheio de gente e bagagem, como pode flutuar? Claro que sabemos de todo o papo da Física, aerodinâmica etc e tal. Mas parando para pensar bem... como pode? Como pode? Cada voo é um milagre, um risco, e cada pouso seguro é um presente de Deus. Recebemos este presente (obrigado, Senhor!). Pousamos. Fomos para o desembarque. Titio Mariozinho e Titia Sonia estavam nos esperando e ela reconheceu na hora o Titio. Então ela trocou de fralda e roupa no fraldário e fomos para a casa da Bisa. Quando ela entrou no táxi e foi colocada diretamente no banco, sem cadeirinha, sorriu e exclamou: - Que legal, vovó!
O balanço do carro estava bom e ela lutou contra o sono (na verdade, lutamos contra o sono dela) até chegarmos à casa da Bisa. Ao chegarmos, havia muita gente reunida, ela ficou tímida e se fazendo de gelatina, caindo à toa no chão como se fosse líquida... mas o que importa é que ela finalmente conheceu a Bisa e outros tio-avós e familiares, ilustre destaque para o priminho americano Gabriel, 4 anos, que não curtiu muito a ideia de repentinamente perder o posto de xodó da casa; mas aos poucos foi se acostumando e depois de um tempo até estavam assistindo videozinhos no computador juntos e depois brincaram no play do prédio. Logo em seguida era hora dele voltar pros States com a mamãe dele, então valeu por terem se conhecido ao vivo.
Depois da despedida, ficamos mais um tempo colocando o papo em dia, Sussuquinha tomou banho com o Vovô, trocou de roupa e fomos para a casa da tia-avó Cilinha. Ela protestou no táxi, pois tivemos que colocá-la no colo. O que ela queria era sentar no banco, e na janela. "Qué sentááááá!" - reclamou, mas não havia lugar e mesmo no colo, se ficava na janela, ela ficava tentando abrir a porta do carro... teve que ir para o meio... como o cansaço bateu, ela chegou dormindo e a tia Cilinha colocou-a em sua cama... e dormindo ficou até 1 da manhã, quando acordou assustada, gritando e chorando, muito brava. Após longos minutos para se acalmar, tomou um leitinho e dormiu até às 7 da manhã. Voltamos para a casa da Bisa; de novo, protestos para ficar na janela e não ficar no colo. Chegamos, (re)arrumamos as malas e nos despedimos. Rumo ao aeroporto, lá foi ela, tentando abrir a porta do carro... chegando lá e passado um voo, como fizemos uma conexão, ela teve que andar de ônibus e achou o máximo. Depois do último voo, desembarcamos e pegamos outro táxi rumo ao lar, doce lar. E aí ela realmente abriu a porta do veículo em movimento! Vovó deu bronca, pois o colo era o dela e ela podia ter caído... então ela foi para o colo de quem estava no meio (no caso, Papi Wind) e ela acabou dormindo. Chegou em casa às 16:40 dormindo, foi colocada na cama e acordou cerca de 20 horas muito braba, gritando e esperneando. Tivemos que dar banho nela mesmo assim, tomou um leitinho e aí se acalmou. E dormiu profundamente. No dia seguinte acordou normalmente, fomos para a aula de natação, tudo normal. E este foi mais um capítulo do super feriadão dos Alves Lis.
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segunda-feira, 23 de maio de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
1ª Viagem Intermunicipal

Anteontem Sussuquinha foi ao aeroporto acompanhar vovô e vovó, que iam sair de férias. Como o aeroporto fica em outra cidade, esta foi a primeira viagem intermunicipal de sua vida. Ela dormiu e não curtiu nada, nem viu a decolagem dos aviões... Como se não bastasse, a foto ainda foi feita às pressas e ficou ruim, mas vale como recordação... rs
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quinta-feira, 10 de março de 2011
Feriado com Visitas
terça-feira, 1 de março de 2011
Tivó e Prima
Anteontem Sussuquinha conheceu a tia Vera e a prima Pat, vindas do Rio. Pena que ela estava com muito sono e não curtiu muito o momento, apenas ficou "dormindo acordada"... mas valeu como recordação... rs
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