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sábado, 15 de fevereiro de 2014

Dança na cama e Pérola

Sussuquinha resolveu dançar na cama do papai e da mamãe e caiu no chão, ganhando um galo na testa. Corre pro hospital, tira raio X, sem sinal de fratura. Graças a Deus.
Na recepção do raio X, a moça pergunta a ela o que aconteceu.
- Como você machucou a cabeça?
- É que eu estava pulando na cama e caí.
- Ah, então você estava aprontando!
- Não, eu estava pu-lan-do.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Dermatologista

Hoje levamos Sussuquinha à dermatologista para que ela indicasse um hidratante adequado e avaliasse uma pequena bolha que surgiu no dedo que passou pela cirurgia.
Estava tudo bem, tudo conforme o esperado, graças a Deus, e conseguimos a indicação de um creme reconstrutor e cicatrizante, além de uma água termal para ajudar a hidratar e borrifar no rosto quando surgirem as alergias às aguas saborizadas que ela toma de vez em quando.
Com o tempo seco que está fazendo, até os adultos deveriam usar essa água termal, uma espécie de hidratante líquido que é só borrifar e pronto, seca num instante... pena que esse produto é caaaaro que só...
Ela calcula mais um mês para que Sussuquinha volte às atividades normais, mais ou menos o prazo que a ortopedista também deu.
E assim vamos caminhando, pouco a pouco, com fé no agir sobrenatural de Deus. Camada após camada, a pele vai se refazendo, verdadeiro milagre que acontece silenciosamente e sem que possamos fazer nada, a não ser assistir maravilhados e de queixo caído. 51 dias depois...

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Cicatrização do Dedo - 45 Dias Depois

E já se passaram 45 dias desde a cirurgia de Sussuquinha. Como a cicatrização é um processo longo e depende apenas de Deus, a pergunta que ficava no ar é se havia algum exemplo na internet, com fotos, que mostrasse como essa cicatrização ocorria, já que havia uma necrose superficial preta que não deixava a gente ver o que estava acontecendo lá dentro. Google foi ativado. Mas nada foi encontrado, a não ser umas 2 ou 3 fotos de adultos que haviam costurado o dedo inteiro. Nenhum caso semelhante ao dela. Ou seja... Quantos dias tudo levaria para a pele nova vir? Como ficaria o aspecto final? Perguntas sem respostas.
Então desde o 28o dia de cirurgia, Sussuquinha tirou a tala e estava andando com o dedo livre, leve e solto. Alguns pontos ainda visíveis e uma cascona preta, dura e colada à pele, que a médica garantia que iria cair, mas não sabia dizer quando.
Pois bem. A espera foi longa, mas hoje a maior parte dessa pele negra se descolou e uma pele novinha já estava por baixo, pronta para estrelar. Recapitulando: 1 semana após a cirurgia, o dedo era uma bola inchada que nem parecia um dedo, vermelho-vinho com focos pretos. 2 semanas após, já parecia um dedo, mas com sinais visíveis de pontos e todo retalhado, meio arroxeado, meio preto. 4 semanas depois, retirada da tala e dedo com aspecto de que havia sido mergulhado no carvão. 45 dias após o reimplante e 17 dias após a retirada da tala, a carapaça preta caiu. Restam poucos focos de pele preta agora, mais concentrados sobre o leito ungueal, que é a "cama" da unha. Dedo com aspecto de que foi cortado num acidente simples doméstico.
Em vista do que estava antes, está um belo dedo.
Uma vitória a cada etapa. Glória a Deus!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Então...

Dia 09/07 tinha tudo para ser um dia normal. Até que no meio da manhã recebemos uma ligação da escola. Não existe pai ou mãe que goste de ouvir a voz de alguém da escola do outro lado da linha. E foi aí que aquele dia começou a ser tudo, menos normal. Sussuquinha estava com a mão na dobradiça da porta da escola e um coleguinha do outro lado fechou a porta. O dedo indicador da mão esquerda dela foi esmagado e ficou com o osso exposto e a pele por baixo. Chamaram a ambulância e levaram Sussuquinha ao Hospital A. Lá tiraram raio x, avaliaram e quiseram amputar. Nisso a oração era que Deus restaurasse, que Ele agisse naquela hora porque já estavam vendo a papelada para a cirurgia e não havia tempo pra fazer muita coisa. E foi aí que surgiu uma ideia, que só pode ter sido inspiração de Deus, porque nós, apavorados como estávamos, não seríamos tão inteligentes assim. Ligamos para uma amiga da igreja que trabalha no Hospital B. Uma amiga que é ocupadíssima porque é médica. Que muitas vezes troca o dia pela noite porque faz plantão de madrugada. Mas naquela hora ela atendeu. Explicamos a situação e ela fez alguns telefonemas. E logo mandou mensagem de texto, dizendo para irmos para o Hospital B imediatamente falar com certa pessoa que iria nos arrumar um encaixe para consultarmos uma segunda opinião.
Lá avaliaram o ferimento e disseram que poderiam reimplantar, porque eles têm especialistas que fazem micro cirurgia, uma tecnologia que no Hospital A não havia. Foi ou não foi a resposta de oração mais rápida do universo? Tudo isso em meio a pânico, vale lembrar. E o tempo passando...já fazia 4 horas que o acidente havia ocorrido. E o ferimento foi finalmente lavado.
E dali em diante  foi espera para internar, espera para fazer ficha, espera para fazer crachá, espera na recepção do centro cirúrgico. E o tempo passando... muito mais depressa do que gostaríamos.
Sete horas após o acidente e muitas filas de espera, muita oração e muito choro depois, ela finalmente entrou no centro cirúrgico. Depois de 2 horas e meia ela foi para o quarto... não sabíamos o que havia acontecido, se o dedo havia sido reimplantado ou amputado... depois de 2 horas que ela já estava acordada, serelepe e brincado (devia ser por volta de 10 da noite), como o médico não foi ao quarto dar notícias, resolvemos dar uma passada no centro cirúrgico. Lá conversamos com a anestesista que acompanhou a cirurgia. Ela disse que foi feita uma reconstrução do dedo e colocada uma unha artificial para orientar o crescimento da nova unha.
Sussuquinha ficou internada por aquele dia, com um baita gesso tomando o braço inteiro e toda a mão, só ficando com o polegarzinho de fora... e recebeu alta à noitinha do dia seguinte. Um médico veio no quarto aos 45 do segundo tempo para dar o parecer dele e a alta hospitalar (não a ambulatorial).
Antes de fazer a cirurgia, os médicos nos alertaram que existia a possibilidade de a pele e os músculos que foram costurados não se re-aderirem. Se isso acontecesse, realmente essa parte do dedo estaria perdida.
Passamos uma das semanas de mais ansiedade, esperança, fé, medo (e toda sorte de sentimentos contraditórios) das nossas vidas... afinal, o processo de cicatrização e de adesão é algo que está acima dos títulos e estudos de qualquer médico, varia de organismo para organismo e só Deus tem controle sobre isso. Uma semana depois fomos ao ambulatório para tirar o gesso e para os médicos avaliarem se a cicatrização estava acontecendo de acordo com o esperado e se havia sinais de necrose. O dedo foi descoberto. Nós sabíamos que o dedo não estaria exatamente lindo. E não estava mesmo. Ele estava muito, mas muito feio, cor de vinho e inchado. Mas a médica disse que estava tudo ok e que era assim mesmo, que estava cicatrizando bem. Limpou, enfaixou e colocou uma tala no dedo. Que precisa ser trocada toda terça-feira. Que já é amanhã. E haja coração e fé em Deus para ver como está a situação e não ligar para as aparências, mas ter esperança de que o processo é realmente assim e que tudo vai acabar bem no final. E a nós só nos resta esperar. E esperar em Deus, o único que pode promover a restauração completa e definitiva. Leve quanto tempo levar...

sexta-feira, 15 de março de 2013

Freio da Boca

Esta semana Sussuquinha caiu na escola e rompeu o freio da boca, na parte superior. Ela chegou em casa normalmente, relatou o ocorrido, mas quando ela levantou o lábio e mostrou o estrago... tadinha, partiu pela metade o troço. Pesquisando na internet, parece que é um acidente bem comum e geralmente o freio se reconstitui sozinho. Mesmo assim marcamos dentista pra ela. Vai que era necessário dar um ponto, né?
Porém a odontopediatra dela ia demorar pra atender... Já que não estava sangrando, resolvemos esperar e não ir a uma emergência. Dois dias depois, a coisa já estava bem melhor. Aliás parece que o freio realmente está se refazendo. Que coisa maravilhosa e espantosa é o corpo humano! Como Deus foi generosamente criativo inventando essa máquina que abriga nossa alma!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Dia a Dia

Hoje Sussuquinha falou sua primeira gíria local.O que é engraçado, sendo o pai de uma cidade, a mãe de outra e ainda por cima sendo submetida a outro idioma. A mistura de sotaques na própria língua portuguesa já acontece, mas foi a primeira vez que uma gíria local foi usada com tanta ênfase... rs
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A fazendinha da semana passada deixou lembranças: um kit completo para combater as consequências de picada de vespa em Mami Lu. Segunda vez este ano... agora o repelente é obrigatório MESMO.
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Sussuquinha se empolgou de tanto assistir a um box de DVDs infantis da Peppa Pig, vindos de Londres essa semana através de um colega da mamãe. Cada episódio novo era uma festa.
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Sussuquinha, segundo sua própria versão, ainda não confirmada, levou sua primeira pedrada hoje na escola e de novo a autoria da façanha foi o sr. JV (o mesmo que a deixou com a unha preta quando mordeu sua mãozinha). Foi na bochecha e ficou um cortezinho... se isso for verdade e não fantasia dela (ela tem inventado histórias mirabolantes ultimamente...) sem comentários. Aiaiai, sr. JV!!!
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Para fechar o dia com chave de ouro, Sussuquinha recebeu seu primeiro convite para ser daminha! Não sabemos se ela vai conseguir (no caso, querer), mas vamos tentar...


domingo, 11 de dezembro de 2011

Pérolas do Findi & Atualizações


* Sussuquinha olha o painel de criaturas marinhas que Vovó "Pecila" fez para ela.
Então aponta para a baleia e fala:
- Whale swallowed Jonah! (baleia engoliu Jonas)

* Sussuquinha tem uma bolsa cheia de miniaturas plásticas de comidinhas diversas. Então hoje à tarde ela e Vovó "Nezi" estavam brincando e rolou o seguinte diálogo:

Vovó: - Aqui tem um ovo, uma batata, um milho verde...
Sussuquinha: - Não é verde! É amarelo!

Palavras fofinhas:

tutulou - costurou
tuí - kiwi
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O desarranjo finalmente se resolveu. Exames todos estavam ok e tudo agora caminha para a normalidade, graças ao bom e fiel Deus.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Semana Maluca


Tanta coisa aconteceu em apenas alguns dias que seria muita ousadia tentar lembrar de tudo. Vamos por partes, não necessariamente em ordem cronológica:

- A reunião da escola correu bem, no final entregaram o "boletim" dela, onde havia as frases costumeiras, mas uma em especial, "aquela" frase pela qual já esperávamos, chamou a atenção. As professoras colocaram:

"Ela não gosta muito de ser contrariada e, quando isso ocorre, ela fica inconsolável."

Mas na verdade, elas queriam dizer (Tradutor de professora ON)

"Socorro, ela tá fazendo muita birra e estamos ficando looooooooucas!"

Quer saber? Elas têm razão... Nós também estamos no mesmo barco. Com duas tias pedagogas na família, uma boa alternativa foi buscar algumas opiniões. E tentamos a técnica do "não deem atenção". Pois, pelo que entendemos, a birra é uma forma deles se expressarem nesta fase em que o vocabulário deles é limitado. Então, eles gostariam de dizer umas poucas e boas, mas como não sabem, embirram. Jogam-se no chão. Choram. Dão pitis. Com isso, esperam conseguir o que querem e também a atenção dos pais, professores ou quem quer que esteja na parada.
A técnica do "não deem atenção" foi aplicada com relativo sucesso. Em casa, bem entendido. Fingir que não está vendo a birra no supermercado? Na igreja? Aí complica... as outras pessoas não precisam, nem querem, ficar ouvindo os pitis.
Recapitulando, a técnica do "não deem atenção" foi aplicada com relativo sucesso. Relativo porque tivemos que ficar um bom tempo (10 minutos) fingindo não dar atenção, e o chororô continuava. Sucesso porque, quando ela finalmente desistiu de chorar, ela veio até nós toda meiguinha fazendo exatamente o que tínhamos mandado que ela fizesse, com a maior cara de inocente do mundo. Assim, como se nada tivesse acontecido.

- A alimentação dela está toda alterada devido a um desarranjo brabo que não passa. Dá-lhe gelatina, carnes magras, biscoito de polvilho e gatorade. Nada de leite, grãos, gorduras ou cremes. Fora os exames, cujo resultado aguardamos ansiosamente, mas só saem na quarta-feira...

- Palavras fofinhas da semana:

- pisssta (pizza)
- ávule (árvore)
- íngüing (earring)
- ladata (lagarta)

sábado, 22 de outubro de 2011

Tlinteôto e Sete!


Esta semana foi toda uma doideira. Sussuquinha teve febre na madrugada de terça e fomos ao médico na quarta e na sexta. O mesmo diagnóstico de sempre. É como ver uma reprise de um filme antigo: vitamina C, antibiótico, inalação, umidificador na madrugada, uma festa. Isso que estamos no horário de verão... Que verão?
Então, passamos os dias medindo a temperatura de Sussuquinha de tempos em tempos. 38,1... 36,9... 35,5... e Sussuquinha, muito atenta a tudo, agora resolveu discutir com a gente quando nos ouve conversando sobre a temperatura dela:

Papi Wind: - Com quanto ela está?
Mami Lu: - Trinta e oito e um.
Sussuquinha: - Não! Tlinteôto e sete!

Agora, de onde ela tirou esse número, não sabemos. Pois ela não teve esta temperatura desta vez e já fazia 3 meses que ela não tinha febre. Então de onde ela tirou esse exato valor, é um mistério...

Agora o termômetro virou brinquedo e ela fica toda hora caçando o dito cujo na prateleira do quarto... quando acha, ela se apodera do objeto, coloca embaixo da roupa, espera apitar, olha o resultado com a maior cara de entendida no assunto e declara:
- Tlinteôto e sete!

domingo, 17 de julho de 2011

"Malélo", o Corpo Estranho


Chegamos do otorrino. Diagnóstico: corpo estranho. E bota estranho nisso! Uma coisa meio sólida, com aparência meio plástica, de 1 mm de espessura e maior que a unha de um dedo mindinho adulto! Por isso ela não conseguiu dormir direito de ontem pra hoje...
A médica em 1 segundo enfiou uma pinça comprida e fininha no nariz dela e agarrou o intruso, que estava láááááá no fundo.
Mostramos o "objeto" pra ela, perguntamos o que era aquilo e ela respondeu: "malélo"!
Um prêmio para quem descobrir o que, afinal, é um "malélo"...

sexta-feira, 24 de junho de 2011

A 1ª Torção


Hoje Sussuquinha teve sua primeira torção de pé (ou será joelho)? Foi na escadaria de uma faculdade perto de casa. Após isso ela mancou por alguns passos e depois não quis mais caminhar.
Almoçou, tirou uma sonequinha e depois mostramos um brinquedo para que ela caminhasse até ele, mas ela caminhou um passo e parou de novo, choramingando.
Toca pro hospital...
A radiografia não acusou nenhuma fratura e o médico disse que deve ter sido só uma contusão. Resumo da ópera: ela vai ter que tomar um antiinflamatório por 5 dias e não vai poder ir à natação... tadinha, vai ter que ficar de molho e ver todos os DVDs que existem em casa, debaixo dos cobertores, nesse friozinho que está começando a fazer... para um adulto parece um fim de semana perfeito, mas para uma criancinha ativa, é o fim da picada... ô, dó...

terça-feira, 22 de março de 2011

"Oi", Disidrose e Virose



Ontem Sussuquinha começou a chamar a gente repentina e repetidamente com um "OOOOiii!" e vai repetindo o cumprimento até que se responda "oi" para ela também... rs
Já faz uns 4 dias que ela, do nada, apresentou o dedão do pé descascando. No dia seguinte três dedos descascavam. E no dia seguinte todos os dedos descascavam, em ambos os pés; Tiramos fotos com o celular e mandamos por email para o médico. Ele gostou das fotos e indicou um alergologista amigo dele que ia fazer um encaixe para nós... rs. Aí veio o fim de semana e deixamos ela só de meia e sandália, sem usar tênis (pensamos que pudesse ser algum tênis apertado ou algo assim - mas sem meia não dava para ficar, está um friiiio...). E os pés melhoraram muito. Na segunda-feira fomos ao alergologista, que viu o pé dela quase bom e as fotos do celular de 3 dias antes... ele disse que o problema é disidrose (a doença do calor, apesar do frio que está fazendo) e que apareceu porque ela fica muito tempo de tênis e o pé sua na escola (bingo). Então ele receitou uma pomada para usar durante 15 dias e achou bom o caso dela não ser nada relacionado a fungos, senão o tratamento demoraria 60 dias (uia).
Tudo estaria perfeito se (sempre tem um "se") Sussuquinha não estivesse com febres noturnas, coriza, tosse, sem querer comer quase nada e vomitando esse "quase nada" desde anteontem. Foi o tempo que virou e agora virose is in the air. Papi Wind também está febril... mudança para a Bahia, Fortaleza, Amazônia, Caribe, Saara... solução?

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Conjuntivite


Anteontem Sussuquinha acordou conseguindo abrir só um olho. O outro estava tão sujo que grudou nos cílios. Após limpar tudo e ir para a escolinha, Vovó cogitou que poderia ser conjuntivite. À tarde fomos buscar Sussuquinha na escola e ela já estava com o olho sujo novamente. Limpamos. Fomos direto pro hospital. O olho já estava sujo de novo... uia! E realmente... era conjuntivite.
Agora ela está usando um colírio com antibiótico de 4 em 4 horas (o que significa que aqui em casa ninguém mais dorme...rs). Fora a luta que é para pingar as gotinhas no olho de uma criança que não quer abrir o olho nem por decreto.
Dias de muita aventura por aqui. Ao menos na terceira aplicação do colírio, o olho já melhorou consideravelmente. Ufa!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Brotoejas


Anteontem fomos ao hospital para ver o que eram as bolhinhas insistentes que cresceram em questão de horas na pele de Sussuquinha, bem na região do elástico da fralda. Como justamente há 3 dias havíamos trocado de Pampers Total Confort tamanho G (cuja faixa lateral é branca e macia) para Pampers Total Confort tamanho XG (que tem uma faixa lateral, sei lá por quê, verde e mais áspera - parece um TNT), era quase certo que deveria ser alergia à faixa da fralda. E o pior é que temos pacotões dessa fralda XG em casa!
Mas a médica que examinou no pronto-socorro disse que eram apenas brotoejas. Mandou passar a mesma pomada de tratamento de assaduras que usamos normalmente. E como ela estava com pequenas bolinhas nos ombros, costas e nariz, ela receitou um talco líquido e transparente também, para passar nessas regiões. E banho de assento com chá de camomila para acalmar.
E vamos que vamos... o calor está tão intenso que ela só está dormindo de fralda. Isso quando ela não tenta tirar. Ela aprendeu a soltar o adesivo e agora é um tira-e-põe sem fim... rs

domingo, 5 de dezembro de 2010

Findi mais que Agitado


Sexta-feira o agito começou com tudo: foi quando ligaram da escolinha informando que Sussuquinha estava com febre e só queria ficar deitada. Fomos buscá-la e, quando chegou ao hospital, a febre passou. A médica disse que era só um resfriado comum e o pulmão estava limpo. Saímos do hospital e Sussuquinha vomitou na rua, na camisa do papai, na bolsa, em si mesma. Voltamos pro hospital e a médica acrescentou à receita um remedinho pra vômito, Gatorade e água de coco.
Ela amou essas bebidas. Não vomitou mais.
No sábado..., Sussuquinha brincou no gramado, deitou e rolou.
Desde semana passada está soltando o verbo pra valer e o que ela mais fala é:
mamãe, papá, mamá, tau(tchau), ábi(abre), guuul (gol), vuvu (vovô/vovó), dad, daddy, eye, ná (knee), báipa (diaper), bye-bye, moo(moon), cáu (cloud), Dáki(Doki), nana(banana)...
Quando percebe que vamos passear, vai até a porta e mexe no trinco.
Hoje, na igreja, Sussuquinha teve a chance de tirar uma foto com a Lauren, neta da Judi (nossa madrinha de casamento). Difícil é fazer as duas olharem pra câmera ao mesmo tempo! rs

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Pneumonia...


As loucuras de uma semana que tem que ser esquecida (só lembrada pelos momentos bons, claro):

26/05 - Febre, mesmo tomando antibiótico para traqueobronquite. Corrida pro PS. Raio X. Início de Pneumonia. Troca do antibiótico.
27/05 - PS Adulto. Raio X da Mami Lu. Antibiótico.
28/05 - Vovó Enelzi fica com Baby Su. Baby Su aprende a fazer bolha de baba. PS com 26 crianças na frente de Baby Su. Desistimos.
29/05 - PS com 3 crianças na frente de Baby Su. Pneumonia sarada e nem precisou de raio X para constatar. Vovó Pri fica com Baby Su.
30/05 - Baby Su acompanha a família, agasalhada até a alma, no clássico almoço de último domingo. Baby Su aprende a apontar o dedo e balançar, fazendo: "aiaiai", que é como damos bronca nela...rs

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Traqueobronquite e o 6º Dentinho

O nome é feio que dói, mas Baby Su está com essa feiurinha agora... já não dá pra saber se ela pegou da mamãe ou se a mamãe pegou dela... o fato é que tem duas de molho em casa agora...
Uma febre repentina havia começado nela e achamos que era por causa do 6º dentinho que despontou ontem (incisivo lateral inferior esquerdo), mas não... foi a traqueoblablablá... hunf!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Vacinas... brrrr


Ontem Baby Su teve que tomar 2 vacinas, uma em cada perna...que espécie de tortura é essa com os bebês?... e dá-lhe paracetamol na menina... e mesmo assim, essa madrugada batemos ponto no pronto-socorro infantil porque ela estava com 37.9 de febre, coração acelerado e começou a tremer as pernas. Pirei. Voei pra lá e me falaram que era só a reação da vacina mesmo e que era pra dar um remedinho "x" caso chegasse aos 38 de febre.
Tadinha, ela tava até alegrinha, mas dava pra ver que o olhar tava cansado, focado no infinito, o rostinho vermelho...
Sei que as vacinas são pro bem deles, mas bem que podiam inventar só de gotinhas, né? Na hora de dormir, ela não quis ser colocada no berço, chorou, reclamou...mas na terceira vez em que foi deitada lá, a estratégia materna mudou e ela ganhou seu hipopotamozinho para brincar... e aí finalmente conseguiu pegar no sono, abraçada ao bichinho...Ô, que dó...

sábado, 23 de janeiro de 2010

O Primeiro Acidente



Até agora estamos tentando entender como tudo aconteceu em tão pouco tempo. Mami Lu colocou Baby Su em sua cama, bem protegida por almofadas pesadas e estava apertada entre elas para que não se virasse de bruços. E Baby Su estava calminha, brincando placidamente. Então a mamãe foi tranquila passar um pano no chão da cozinha e passaram-se uns dois minutos...mal terminou a tarefa quando ouviu um barulho. Largou o rodo, correu e teve a visão do apocalipse materno - o que toda mãe sabe que um dia provavelmente vai ver, mas que nunca está preparada para a primeira vez em que acontece: o bebê caído no chão, de barriga para cima, e em uma posição totalmente oposta à que estava na cama. Susto, pronto-socorro e raio X depois, foi constatado que estava tudo bem.
Na volta, como a cama estava intocada, foi tirada uma foto para arquivar o provável trajeto que ela fez.
Em que livro está escrito que bebês engatinham com seis meses? E com uma velocidade dessa? Porque olha a distância que ela se dispôs a percorrer!
Seis meses esses que, vale lembrar, ela completou HOJE!
Até agora estamos tentando entender...
Mas graças a Deus que poupou-a de algum trauma sério ou de alguma sequela. A nossa vida está realmente por um fio a cada momento! Como somos frágeis, como somos dependentes da misericórdia de Deus! Vermezinhos de Jacó que mesmo assim Deus ama...
Obrigada, Jesus, por nada de grave ter acontecido com a Baby Su!