terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Colchão Novo, Cama Nova
Sussuquinha agora está numa cama de solteiro com cama auxiliar extra. Já que ela costuma cair durante a noite e não querendo mais ter que catá-la do chão duro e frio, ao menos que caia no macio... e continue dormindo por lá sem ter o sono interrompido e sem machucar a cabeça.
Papi Wind e Mami Lu também estão de cama nova, agora com baú. Até deu pra aproveitar a cabeceira da cama antiga. O que não sabíamos, mas agora estamos por dentro:
- o baú bipartido é melhor, pois promove uma sustentação maior. Quando não é assim, o tampo de madeira que sustenta o colchão tende a abaular mais rápido.
- a madeira de eucalipto é a melhor.
- sempre verificar se a estrutura por baixo do tampo do baú é de tecido (ponto a mais) ou TNT (ponto a menos).
- os amortecedores do baú precisam ser trocados de tempos em tempos, pois "cansam".
- criança não precisa de colchão cheio de nove horas, mola ensacada, lastex, molejo etc. Porque criança é leve e não deforma colchão em áreas de maior tensão corporal.
- um box com bicama e baú ao mesmo tempo, infelizmente, tem o baú raso. E muitas empresas pararam de fabricar por considerarem de estrutura muito frágil. Pena, era justamente o que queríamos. Mas baú raso que só dê pra guardar um lençolzinho fino dentro, aí não rola.
Mas enfim, agora temos uma cama alta e oca (por enquanto, até ser colocado o mundo lá dentro) e Sussuquinha tem sua cama dupla pra dormir "se rodando" à vontade.
sábado, 25 de janeiro de 2014
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Tarefinhas
- Su, quantas pessoas moram nesta casa?
- Três.
- Então todos nós precisamos trabalhar pra que a casa fique limpa e arrumada. Certo?
E foi assim que começou a tabela de tarefas. Depois de muita pesquisa sobre o que uma criança de 4 anos é capaz de fazer e lendo ideias de outras mães, considerando também que Sussuquinha ama usar o aspirador portátil, regar plantas e tirar pó... e não querendo que as plantas morram afogadas ou de desidratação... rs... dividimos as tarefas em dias da semana... para assim estabelecer uma frequência e criar um hábito.
Ontem dei uma toalhinha úmida pra ela, mostrei como limpar uma maçaneta e ela, com a devida supervisão, limpou as maçanetas de todas as portas da casa, descobrindo assim que temos 10 portas em casa. :). E não, ela não achou ruim. Porque desde o início vamos deixar claro que ela não está fazendo isso pela mamãe nem pelo papai nem por si mesma. Ela está fazendo isso por nós e para nós.
O que tenho aprendido é que não se deve simplesmente determinar uma tarefa e mandar a criança já ir fazendo... muita calma nessa hora. Sempre é preciso mostrar à criança com muito jeitinho a maneira como as tarefas devem ser feitas. Depois ela tenta fazer igual, com supervisão... e depois de praticar algumas vezes (ou dias) pode fazer a tarefa sozinha.
Claro que eu limparia as maçanetas mais rápido, regaria as plantas com mais cuidado e enxaguaria a louça com mais destreza. O que faz concluir que, do alto de seus 4 anos, uma criança não faz tarefinhas para efetivamente ajudar, mas sim para aprender e absorver o conceito de que todos deve(ria)m trabalhar pelo bem da coletividade.
E vamos ver aonde isso vai dar...
- Três.
- Então todos nós precisamos trabalhar pra que a casa fique limpa e arrumada. Certo?
E foi assim que começou a tabela de tarefas. Depois de muita pesquisa sobre o que uma criança de 4 anos é capaz de fazer e lendo ideias de outras mães, considerando também que Sussuquinha ama usar o aspirador portátil, regar plantas e tirar pó... e não querendo que as plantas morram afogadas ou de desidratação... rs... dividimos as tarefas em dias da semana... para assim estabelecer uma frequência e criar um hábito.
Ontem dei uma toalhinha úmida pra ela, mostrei como limpar uma maçaneta e ela, com a devida supervisão, limpou as maçanetas de todas as portas da casa, descobrindo assim que temos 10 portas em casa. :). E não, ela não achou ruim. Porque desde o início vamos deixar claro que ela não está fazendo isso pela mamãe nem pelo papai nem por si mesma. Ela está fazendo isso por nós e para nós.
O que tenho aprendido é que não se deve simplesmente determinar uma tarefa e mandar a criança já ir fazendo... muita calma nessa hora. Sempre é preciso mostrar à criança com muito jeitinho a maneira como as tarefas devem ser feitas. Depois ela tenta fazer igual, com supervisão... e depois de praticar algumas vezes (ou dias) pode fazer a tarefa sozinha.
Claro que eu limparia as maçanetas mais rápido, regaria as plantas com mais cuidado e enxaguaria a louça com mais destreza. O que faz concluir que, do alto de seus 4 anos, uma criança não faz tarefinhas para efetivamente ajudar, mas sim para aprender e absorver o conceito de que todos deve(ria)m trabalhar pelo bem da coletividade.
E vamos ver aonde isso vai dar...
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Noção de Tempo e Pérolas
Fomos passear no dia 13 e queríamos visitar determinado local, mas demos de cara com uma placa dizendo que só abriria dia 14. Voltamos para casa, explicamos para Sussuquinha que demoraria para irmos lá novamente, mostramos o calendário... e acrescentamos que só retornaríamos ao local no dia 18 (por ser sábado).
E o sábado chegou. Depois do almoço, fomos ao local. Sussuquinha na hora reparou que a porta estava aberta e comentou:
- Eeeeee, a porta está aberta!... então hoje é dia 14!
O sofá em que ela machucou a bochecha 10 dias atrás é eternamente "o sofá onde eu me machuquei ontem".
Pérola da semana:
Mami Lu pergunta se Papi Wind tirou fotos de um passeio. Ele responde:
- Sim, tá na minha câmera. Dá uma olhada!
Sussuquinha, espantada:
- Sua câmera tá molhada???
E o sábado chegou. Depois do almoço, fomos ao local. Sussuquinha na hora reparou que a porta estava aberta e comentou:
- Eeeeee, a porta está aberta!... então hoje é dia 14!
O sofá em que ela machucou a bochecha 10 dias atrás é eternamente "o sofá onde eu me machuquei ontem".
Pérola da semana:
Mami Lu pergunta se Papi Wind tirou fotos de um passeio. Ele responde:
- Sim, tá na minha câmera. Dá uma olhada!
Sussuquinha, espantada:
- Sua câmera tá molhada???
sábado, 28 de dezembro de 2013
Receitinha de Hoje
Não é bem uma receitinha, mas um registro de um prato que fizemos e que Sussuquinha pediu pra repetir. Pensem numa menina, que é bem difícil pra comer, pedindo pra repetir. Então esse prato é digno de registro, até para lembrarmos depois como foi feito e em quais proporções.
Tudo começou assim: foi instalada uma central de gás no nosso condomínio. E no nosso apartamento a instalação deu algum problema incerto e não sabido, pois o gás está vazando. Até o problema ser consertado, vai demorar sabe-se lá quanto tempo. Então estamos com o gás beeeem desligadinho e nos virando com grill, panela elétrica de arroz e microondas, além do clássico "comer fora". Como diz Papi Wind, "com gás não se brinca". Estamos nessa vida de "náufrago" há uns 15 dias.
A vantagem é que sempre congelamos muita coisa desde que Sussuquinha nasceu. Um exemplo corriqueiro é que fazemos carne assada na pressão e congelamos todo o caldo que sobra em potes pequenos. Depois descongelamos esse caldo aos poucos para cozinhar arroz, fazer strogonoff, colocar como molho de macarrão, etc. Nosso freezer está sempre cheio de potes desse molho de carne, além de pão francês, queijo, presunto, molho de tomate caseiro, sopa de legumes caseira, fatias de bolo caseiro, polpa de maracujá da serra etc...Então esse molhinho congelado tem salvado a pátria nesses dias de zero fogão.
E a receita começa assim:
Papi Wind fez linguicinhas de frango no grill. Foi só cortar 6 delas em micro fatias.
Três pacotes de miojo foram feitos no microondas, com água até cobrir e apenas 1 sachê de tempero dissolvido nessa água (só pra dar uma saborizada mesmo).
Um pote do "molho salva-pátria" foi descongelado no microondas também. Em resumo, tudo isso foi misturado ao macarrão já cozido e escorrido: o molho (cheio de fiapinhos de carne, pimentão e cebola), as micro fatias de linguiça e mais um sachezinho de tempero de miojo. Delícia.
Ainda sobrou um sachezinho pra colocar futuramente na água em que cozinha o arroz ou outra invenção qualquer. Da série "Sobrevivendo sem Fogão".
* Mami Lu deseja um cooktop. Daquele que cozinha por indução. Pode ser uma boca só.
Tudo começou assim: foi instalada uma central de gás no nosso condomínio. E no nosso apartamento a instalação deu algum problema incerto e não sabido, pois o gás está vazando. Até o problema ser consertado, vai demorar sabe-se lá quanto tempo. Então estamos com o gás beeeem desligadinho e nos virando com grill, panela elétrica de arroz e microondas, além do clássico "comer fora". Como diz Papi Wind, "com gás não se brinca". Estamos nessa vida de "náufrago" há uns 15 dias.
A vantagem é que sempre congelamos muita coisa desde que Sussuquinha nasceu. Um exemplo corriqueiro é que fazemos carne assada na pressão e congelamos todo o caldo que sobra em potes pequenos. Depois descongelamos esse caldo aos poucos para cozinhar arroz, fazer strogonoff, colocar como molho de macarrão, etc. Nosso freezer está sempre cheio de potes desse molho de carne, além de pão francês, queijo, presunto, molho de tomate caseiro, sopa de legumes caseira, fatias de bolo caseiro, polpa de maracujá da serra etc...Então esse molhinho congelado tem salvado a pátria nesses dias de zero fogão.
E a receita começa assim:
Papi Wind fez linguicinhas de frango no grill. Foi só cortar 6 delas em micro fatias.
Três pacotes de miojo foram feitos no microondas, com água até cobrir e apenas 1 sachê de tempero dissolvido nessa água (só pra dar uma saborizada mesmo).
Um pote do "molho salva-pátria" foi descongelado no microondas também. Em resumo, tudo isso foi misturado ao macarrão já cozido e escorrido: o molho (cheio de fiapinhos de carne, pimentão e cebola), as micro fatias de linguiça e mais um sachezinho de tempero de miojo. Delícia.
Ainda sobrou um sachezinho pra colocar futuramente na água em que cozinha o arroz ou outra invenção qualquer. Da série "Sobrevivendo sem Fogão".
* Mami Lu deseja um cooktop. Daquele que cozinha por indução. Pode ser uma boca só.
Marcadores:
Cotidiano,
Receitas,
Sobrevivendo sem Fogão
Su, a Criteriosa
E aí ela aponta para um rapaz de uns 20 e poucos anos, tatuado, andando sozinho na rua e solta essa:
- Quando eu crescer, eu vou escolher aquele menino ali pra ser o papai dos meus bebês.
- Hã? Mas por quê?
- Porque ele não tem nenhuma menina.
Noé e Davi
Sussuquinha desenha Noé e um arco-íris.
- E cadê os animais?
- Eles fugiram, saíram pela janela da arca.
- E a arca, cadê?
- Eu não sei desenhar a arca.
Dias depois, ela desenha um homem pequeno e um grande e diz que são Davi e Golias.
- Cadê a pedrinha que Davi atirou?
- Ele perdeu a "sling" dele e ele não pegou as pedrinhas no rio ainda.
- E cadê os animais?
- Eles fugiram, saíram pela janela da arca.
- E a arca, cadê?
- Eu não sei desenhar a arca.
Dias depois, ela desenha um homem pequeno e um grande e diz que são Davi e Golias.
- Cadê a pedrinha que Davi atirou?
- Ele perdeu a "sling" dele e ele não pegou as pedrinhas no rio ainda.
Assinar:
Postagens (Atom)








